15 países que mais investem em inovação

Enquanto existem novas e mais soluções de p&d no Brasil, o resto do mundo tem corrido atrás de suas próprias alternativas para antecipar as demandas do futuro.

Nesse sentido, um ranking compilado pelo Fórum Econômico Mundial mostra quais são os grandes países que investem em inovação. Detalhe: os trabalhos de pesquisa e desenvolvimento no Brasil têm rendido bons frutos, já que o país encontra-se nessa lista.

Vamos ver, então, quais são os principais países que investem em inovação? Basta seguir com esta leitura!

Quais são os países que mais investem em inovação?

Com base na lista destacada pelo Fórum Econômico Mundial, e a presença destacada em pesquisa e desenvolvimento no Brasil, temos os seguintes países no ranking:

1. Estados Unidos (US$ 476,5 bilhões em pesquisas);

2. China (US$ 370,6 bilhões na busca por inovação em novas tecnologias);

3. Japão (US$ 170,5 bilhões com enfoque na indústria e tecnologia também);

4. Alemanha (US$ 109,8 bilhões);

5. Coreia do Sul (US$ 73,2 bilhões);

6. França (que investe US$ 60,8 bilhões em inovação);

7. Índia (com US$ 48,1 bilhões em investimentos);

8. Reino Unido (US$ 44,2 bilhões);

9. Brasil (US$ 42,1 bilhões, o que reforça a posição destacada em pesquisa e desenvolvimento no Brasil);

10. Rússia (US$ 39,1 bilhões);

11. Itália (US$ 29,6 bilhões);

12. Canadá (US$ 27,6 bilhões);

13. Austrália (US$ 23,1 bilhões);

14. Espanha (US$ 19,3 bilhões);

15. Holanda (US$ 16,5 bilhões).

Um lugar de se valorizar, portanto, para que o investimento em pesquisa e desenvolvimento no Brasil permaneça em alta!

​​​​​​​Quais são os critérios?

O Fórum Econômico Mundial destaca que, ainda que existam ótimos esforços desses países em inovar, continuamente, outros critérios devem ser observados para que o processo permaneça em evidência.

E isso significa, para o órgão, uma representatividade coletiva no tempo, capital e esforço direcionados para novas pesquisas e também no desenho de novos produtos e serviços para o futuro.

Importante destacar, também, que o ranking — não apenas em pesquisa e desenvolvimento no Brasil, mas para todos os envolvidos — é estabelecido com base em uma adaptação para o dólar por meio do conceito de paridade de poder de compra. Isso permite a conversão à divisa internacional levando em consideração as múltiplas realidades de poder aquisitivo de cada região ou país.

​​​​​​​O quanto o ranking impacta o país positivamente?

Por ter aparecido em nono lugar no ranking do Fórum Econômico Mundial, o Brasil tem que se orgulhar imensamente de sua posição, uma vez que ficou à frente de países que, em média, acumulam índices mais promissores — como são os casos da Holanda, do Canadá e da Austrália, entre outros.

No entanto, a realização não é um marco isolado, mas o resultado de muito investimento em pesquisa e desenvolvimento no Brasil. Até por isso, deve ser exaltado o cuidado e a atenção que muitas organizações, como o CSEM Brasil, empreendem no setor de inovação.

E, se você também acha que esse ranking merece ser exaltado e do conhecimento de mais pessoas, convidamos você a compartilhar este post nas suas redes sociais — e aproveite para marcar os colegas que também celebram cada pequena conquista em pesquisa e desenvolvimento no Brasil!

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