O que é Design Thinking? Veja a explicação do conceito de forma simples!

Quem se depara com o termo design thinking pode ter a impressão de que o nome define o setor no qual a abordagem é utilizada. Nesse caso, o design. Mas não é bem assim. Na realidade, o termo está vinculado ao ponto de partida, já que o design é a inspiração do conceito e não o seu fim.

E isso fica muito claro ao conhecer mais essa abordagem, pois, dentro do processo, ela conta com incentivo e com estruturação clara para que haja a participação de conhecimentos multidisciplinares.

Mas vamos com calma! O objetivo do post de hoje é demonstrar como o DT se encaixa nas mais diferentes rotinas profissionais, sendo um ponto transformador na qualidade da entrega. Então, vamos lá!

Mas o que é design thinking?

O DT é um mindset ágil e holístico de desenvolver projetos, processos ou produtos. E consegue ser assim, pois, tem fases estruturadas. Etapas essas que são desenvolvidas de maneira progressiva e colaborativa.

A ideia do design thinking, e aqui damos sentido ao nome, é utilizar as premissas do design. Explico.

Um designer quando desenvolve um produto (físico ou digital) precisa ter um olhar 360°, pelo qual cria uma solução que seja útil, simples de entender, fácil de usar, atrativa ao olhar e viável de se produzir.

Ainda que a missão seja trabalhosa (e é!) o resultado é altamente satisfatório porque responde a todas as expectativas e questionamentos do consumidor com a entregar valor.

Daí a necessidade de inserir essa lógica dentro de outros contextos, principalmente o do mundo business, a fim de criar produtos e serviços que realmente importe para as pessoas, além de otimizar a utilização dos recursos disponíveis com a maior assertividade possível.

Como é a equipe no design thinking?

Como mencionamos, o DT conta com um processo estruturado. As etapas começam depois da equipe, que será responsável pelo desenvolvimento da solução, estar definida.

Tal escolha deve seguir a ideia de reunir conhecimentos complementares. Por exemplo, na busca por criar um produto, o ideal é selecionar profissionais de diferentes áreas, uma vez que a administração de um produto, na prática, demanda a atuação simultânea de todos eles.

Assim, considerando o exemplo acima, seria assertivo ter profissionais de marketing e de finanças, tanto quanto da área de compras, de produção e de logística no time de desenvolvimento.

Qual é o processo da abordagem?

Entre a primeira reunião e a entrega efetiva existem sete etapas no design thinking. Pelo nome elas são quase autoexplicativas, veja:

  • Entendimento;
  • Observação;
  • Ponto de vista;
  • Ideação;
  • Prototipagem;
  • Teste;
  • Iteração.

De forma objetiva a ideia inicial é mergulhar no universo ao qual se está dedicado. Entender a cultura, a dinâmica, as características, reações e todos os demais pormenores que fazem cada realidade ser única, assim como a solução final deve ser.

O processo de imersão precisa garantir o entendimento sobre o problema de maneira que nem mesmo quem convive com ele todos os dias conseguiu identificar. Para tanto, são utilizadas pesquisas primárias e secundárias, o que, na prática, significam ter a experiência antropológica (um infiltrado que se coloca no meio do contexto para, apenas e atentamente, observar e não interferir) até a leitura dedicada de indicadores e pesquisas publicadas.

Num segundo estágio se começa a filtragem das informações colhidas nas pesquisas, a fim de analisar e selecionar as mais relevantes para conseguir trabalhar soluções que entreguem valor. 

A partir da delimitação do problema é possível partir para as ideias e os insights de solução obtidos até aqui e começar a lapidá-los, uma vez que é preciso integrar os pontos de vista e utilizar as informações selecionadas para desenvolver a proposta de valor.

Em sequência o produto começa a tomar forma pela prototipação. Mas sem apego! Ao encaminhar os principais atributos para os testes é inegociável usar essa etapa como um propulsora de desenvolvimento, ao invés de apenas confirmar quão boas as ideias ali são.

E então, partir para a famosa hora da verdade, momento pelo qual o mercado dá a palavra final sobre a aceitação ou não do produto, seja em pits para investimento ou já em fase de lançamento e distribuição.

Design Thinking e os profissionais do futuro

Até aqui exploramos a lógica da abordagem, demonstrando como o DT vai além de uma abordagem profissional, sendo estendida como habilidade, mindset, comportamento.

Os valores do DT, empatia, colaboração e experimentação são, de fato, ações que precisam ser postas em prática para que a abordagem consiga surtir o seu efeito.

A partir disso, olhar para o futuro com a perspectiva o olhar do design thinking é tornar tangível a possibilidade de profissionais mais abertos, completos, criativos, dispostos e menos arrogantes. É ter a máxima “de pessoas para pessoas” no nível da realidade, o que só é possível quando se pratica algo diariamente.

A sociedade do futuro terá de solucionar desafios, cujos dilemas e problemas ainda não estão 100% claros para nós. A única certeza é de que eles existirão e de que é iminente a capacidade de adaptação, pois, os desafios mudarão e surgirão cada vez mais rápido e as respostas a eles precisarão ser tão inovadoras quanto a própria situação.

Tal perspectiva torna clara a demanda por profissionais do futuro experts em aprender e criar, o que pode ser trabalhado desde já a partir da implementação do design thinking!

Conseguiu entender o que é o DT? Você consegue ver um panorama maior e aprofundado sobre o assunto aqui neste artigo.

15 países que mais investem em inovação

Enquanto existem novas e mais soluções de p&d no Brasil, o resto do mundo tem corrido atrás de suas próprias alternativas para antecipar as demandas do futuro.

Nesse sentido, um ranking compilado pelo Fórum Econômico Mundial mostra quais são os grandes países que investem em inovação. Detalhe: os trabalhos de pesquisa e desenvolvimento no Brasil têm rendido bons frutos, já que o país encontra-se nessa lista.

Vamos ver, então, quais são os principais países que investem em inovação? Basta seguir com esta leitura!

Quais são os países que mais investem em inovação?

Com base na lista destacada pelo Fórum Econômico Mundial, e a presença destacada em pesquisa e desenvolvimento no Brasil, temos os seguintes países no ranking:

1. Estados Unidos (US$ 476,5 bilhões em pesquisas);

2. China (US$ 370,6 bilhões na busca por inovação em novas tecnologias);

3. Japão (US$ 170,5 bilhões com enfoque na indústria e tecnologia também);

4. Alemanha (US$ 109,8 bilhões);

5. Coreia do Sul (US$ 73,2 bilhões);

6. França (que investe US$ 60,8 bilhões em inovação);

7. Índia (com US$ 48,1 bilhões em investimentos);

8. Reino Unido (US$ 44,2 bilhões);

9. Brasil (US$ 42,1 bilhões, o que reforça a posição destacada em pesquisa e desenvolvimento no Brasil);

10. Rússia (US$ 39,1 bilhões);

11. Itália (US$ 29,6 bilhões);

12. Canadá (US$ 27,6 bilhões);

13. Austrália (US$ 23,1 bilhões);

14. Espanha (US$ 19,3 bilhões);

15. Holanda (US$ 16,5 bilhões).

Um lugar de se valorizar, portanto, para que o investimento em pesquisa e desenvolvimento no Brasil permaneça em alta!

​​​​​​​Quais são os critérios?

O Fórum Econômico Mundial destaca que, ainda que existam ótimos esforços desses países em inovar, continuamente, outros critérios devem ser observados para que o processo permaneça em evidência.

E isso significa, para o órgão, uma representatividade coletiva no tempo, capital e esforço direcionados para novas pesquisas e também no desenho de novos produtos e serviços para o futuro.

Importante destacar, também, que o ranking — não apenas em pesquisa e desenvolvimento no Brasil, mas para todos os envolvidos — é estabelecido com base em uma adaptação para o dólar por meio do conceito de paridade de poder de compra. Isso permite a conversão à divisa internacional levando em consideração as múltiplas realidades de poder aquisitivo de cada região ou país.

​​​​​​​O quanto o ranking impacta o país positivamente?

Por ter aparecido em nono lugar no ranking do Fórum Econômico Mundial, o Brasil tem que se orgulhar imensamente de sua posição, uma vez que ficou à frente de países que, em média, acumulam índices mais promissores — como são os casos da Holanda, do Canadá e da Austrália, entre outros.

No entanto, a realização não é um marco isolado, mas o resultado de muito investimento em pesquisa e desenvolvimento no Brasil. Até por isso, deve ser exaltado o cuidado e a atenção que muitas organizações, como o CSEM Brasil, empreendem no setor de inovação.

E, se você também acha que esse ranking merece ser exaltado e do conhecimento de mais pessoas, convidamos você a compartilhar este post nas suas redes sociais — e aproveite para marcar os colegas que também celebram cada pequena conquista em pesquisa e desenvolvimento no Brasil!

Quais os problemas causados pela falta de controle de abastecimento?

controle de abastecimento

Quem trabalha com frotas sabe que um assunto de extrema importância é o controle de abastecimento. Afinal, essa informação está diretamente relacionada com os custos da operação – e se não houver um método para esse assunto, é possível que a sua empresa acabe perdendo dinheiro sem saber.

Se você ainda não está convencido da importância do tema – ou não realiza nenhum tipo de controle nessa área – continue lendo este artigo e entenda os prejuízos aos quais a sua empresa pode estar exposta!

O que é o controle de abastecimento?

O controle de abastecimento é algo indispensável na gestão de frotas. Em geral, esse método é feito de forma arcaica, com tabelas e planilhas que não conseguem traduzir a realidade.

Hoje, com o avanço da tecnologia, existem várias soluções modernas e eficazes que oferecem uma série de informações importantes ao gestor, como:  quando, como e por quem o combustível está sendo usado.

Esses sistemas, normalmente, funcionam com sensores e outros equipamentos instalados diretamente no veículo, nas pistas de abastecimento, nos tanques e nas bombas. Com eles, você conseguirá controlar quais e quando seus veículos estão sendo reabastecidos, analisando de forma precisa o consumo de cada um dos seus automóveis.

Assim, você terá em mãos relatórios com dados muito confiáveis sobre horário, quantidade de combustível, veículos abastecidos e outras informações essenciais.

Entre as opções disponíveis no mercado, uma que se destaca é a solução de controle de abastecimento da Excel – que também oferece outras tecnologias exclusivas para a gestão de frotas.

Controle de abastecimento: quais os problemas trazidos pela falta desse item na gestão de frotas?

Ainda não está claro como o controle de abastecimento é capaz de interferir na gestão das suas frotas? Veja os prejuízos que a falta dessa supervisão pode trazer ao seu negócio.

Aumento nos custos

Muitos gestores não investem em tecnologia porque acreditam que esse item será apenas um custo extra à empresa. Porém, a realidade mostra-se muito diferente. Ou seja, os negócios que não investem em softwares de controle de combustível acabam gastando mais com reabastecimentos, veículos desregulados ou falta de cuidado dos motoristas.

Atualmente, todos os gestores sabem o quanto o preço alto do combustível é capaz de influenciar nos seus lucros. Por isso, ter um controle adequado dessa informação pode transformar o seu caixa, aumentando a sua margem de lucro e tornando a sua empresa mais competitiva.

O contrário também acontece. Sem controle, você pode acabar pagando para trabalhar.

Baixa produtividade

Quanto tempo seus funcionários perdem incluindo dados em planilhas? Essas horas podem ser melhor aproveitadas se você investir em tecnologia. Usando um programa específico de controle de abastecimento, você libera seus funcionários para se dedicarem ao core business da sua empresa.

Negócios pouco tecnológicos contam com processos internos morosos e lentos, o que acaba sobrecarregando os funcionários e se traduzindo em baixa produtividade e eficiência.

Além disso, se os motoristas tiverem informações mais precisas de quanto seus veículos estão consumindo, eles podem melhorar seu desempenho, dirigindo de uma maneira mais econômica e aperfeiçoando seus conhecimentos, por exemplo, com o uso adequado das marchas, aceleração etc.

Desvios de combustível

Infelizmente, quem trabalha com frotas sabe que o desvio de combustível é uma realidade e capaz de impactar de forma direta o financeiro do seu negócio. Sem um controle preciso, fica difícil entender se as suas frotas estão sofrendo com esse desvio.

Com a tecnologia certa, é possível reduzir drasticamente esse problema, porque você terá como acompanhar o abastecimento de cada veículo e terá informações adequadas sobre quem está realizado esse processo.

A empresa poderá definir os parâmetros e assim identificar rapidamente caso haja fraudes e desvios, punindo os responsáveis.

Falta de informações sobre seus veículos

Se você possui automóveis flex, como sabe qual tipo de combustível é mais vantajoso financeiramente? Sem um bom controle de abastecimento, essa decisão acaba sendo feita em “achismos” – e nem sempre ela é adequada para gerar mais economia a sua empresa.

Novamente, a tecnologia é uma excelente aliada. Afinal, você terá informações precisas sobre o rendimento e os custos de cada combustível, definindo o melhor para os seus veículos e hábitos de rodagem (o que gera mais economia e lucro ao seu negócio).

Já está convencido da importância do controle de abastecimento? Aproveite e ajude os seus amigos: compartilhe este conteúdo nas redes sociais!

Relacionamento com clientes: 4 maneiras de usar a tecnologia

Relacionamento com clientes

A maioria dos gestores sabe o quanto o relacionamento com clientes é essencial para qualquer empresa. Afinal, mais do que apenas “resolver problemas”, esse setor é capaz de modificar a forma como essas pessoas entendem e encaram a sua marca, aumentando as taxas de fidelização.

Mas, você sabia que a tecnologia tem sido uma grande aliada na hora de otimizar esse setor e colher resultados ainda mais positivos? Continue a leitura e veja ideias para começar a aplicar na sua empresa!

  1. Chatbots

Os chatbots são “robôs” capazes de aprender e se comunicar com o seu público. Apesar de ser um termo pouco usado no dia a dia, com certeza você já teve uma experiência com um chatbot, seja ao entrar no site de alguma empresa, ou até no Facebook Messenger.

Esses “robozinhos” têm sido usados com sucesso principalmente nos SACs, ajudando a otimizar esse setor. Afinal, quem trabalha na área, sabe que existem muitas questões recorrentes – e que podem ser resolvidas rapidamente sem a presença de um humano.

Caso o problema seja muito complexo, o cliente tem a opção de falar com um atendente e assim resolver a sua questão. Além de baratear o setor para as empresas, os chatbots ainda permitem que seus clientes possam resolver suas demandas a qualquer horário e dia da semana.

Ainda é possível programar os chatbots para entrar em contato de forma ativa com os seus clientes, favorecendo o marketing de relacionamento, como pedindo feedback após uma compra, enviando as novidades da sua empresa, entre outras ações.

  1. E-mail marketing

Já faz um bom tempo que e-mail marketing não é sinônimo de spam. Na verdade, a tecnologia está muito avançada e é uma maneira excelente de favorecer o relacionamento com clientes.

É possível enviar e-mails para pessoas que abandonaram o carrinho na sua loja online, com outras opções de produtos semelhantes ou até com promoções, enviar pesquisas de satisfação sobre seu atendimento ou compra realizada, programar disparos com novidades e lançamentos da sua loja, cupons de desconto ou até mesmo conteúdos ricos e interessantes, que favoreçam essa ligação com a sua empresa.

O principal ponto para o sucesso dessa estratégia é entender quem é o seu público e pensar de que forma o e-mail marketing pode agregar nesse relacionamento. Isso significa enviar mensagens apenas para quem lhe oferecer espontaneamente o seu contato, não enviar vários disparos por dia e, claro, enviar uma mensagem adequada e personalizada para os desejos do seu cliente.

  1. Redes sociais

O uso das redes sociais está mudando, e elas passaram a ter uma função estratégica no relacionamento com os clientes. A partir dessas plataformas, é possível responder dúvidas, resolver problemas e ainda posicionar corretamente a sua marca, de forma muito mais ágil e rápida.

Outra grande vantagem é conseguir monitorar o que está sendo dito sobre a sua empresa, evitando uma crise de imagem antes mesmo que ela se espalhe pela rede.

E, claro, criar bons conteúdos também favorece o relacionamento, afinal, quanto mais informação de qualidade você oferecer às pessoas, maiores as chances de elas se tornarem fiéis a sua empresa.

  1. WhatsApp

Hoje, o WhatsApp é um dos aplicativos mais usados no nosso país – e você pode aproveitar dos seus benefícios para melhorar a forma como se relaciona com os seus clientes.

É possível resolver problemas rapidamente, otimizar a sua agenda (por exemplo para profissionais da área da saúde ou estética), enviar promoções e lançamentos ou até ajudar a usar o seu produto ou serviço, no caso de suportes técnicos de empresas de softwares, por exemplo.

Tudo isso de forma rápida e ágil, o que torna mais simples o dia a dia do seu cliente – e claro ajuda a fidelizá-lo.

E, então, depois de ler este post já se convenceu de que a tecnologia é indispensável para melhorar o relacionamento com clientes e claro fortalecer a sua marca? Se você ainda tem alguma dúvida sobre o tema, é só deixar um comentário pra gente!

Os 4 possíveis caminhos da Inteligência Artificial

Robô-De-Lata

Poucas tecnologias são tão impressionantes quanto a inteligência artificial, afinal, ela imita a capacidade mental humana e pode ser usada para diversas aplicações. O interessante é que, a partir de alguns dados iniciais, a I.A. aprende cada vez mais e pode tomar suas próprias decisões. Por isso, muitos cientistas e pensadores se preocupam com o futuro desse recurso.

Apesar disso, ela pode ser muito útil, tanto para as pessoas quanto as empresas e indústrias. Por exemplo, pode-se usá-la para aumentar a eficiência de operações, gerenciar estoque e logística, otimizar custos, atender clientes e facilitar compras, entre muitas outras opções. Por isso, fizemos uma lista com algumas das possibilidades de uso da inteligência artificial. Veja!

1. Simplificação de processos

Algumas atividades são bem trabalhosas e demoram para serem realizadas, então, a inteligência artificial pode facilitar e acelerar certos processos que poderia demorar bastante. Como procurar um imóvel e conseguir financiamento bancário, essa tarefa que antes durava cerca de 30 dias, com a adoção da I.A. por parte das imobiliárias, passou a ser de 4 a 5 dias.

Esse procedimento era feito com a ida do cliente a diversos bancos, até que conseguisse o empréstimo. Agora, a tecnologia faz uma análise do perfil da pessoa e indica a financeira em que ela tem mais chances de aprovação. A previsão é que esse passe a ser o padrão em alguns anos, revolucionando a forma como as imobiliárias operam e facilitando o relacionamento entre bancos e clientes.

2. Assistência virtual

Ao longo dos anos eles evoluíram e passaram a fazer parte do nosso dia a dia. Os assistentes virtuais antes eram inteligências que funcionavam com palavras digitadas e nos davam algumas respostas. Agora, eles operam por meio de comandos de voz e realizam diversas tarefas, como compras, agendamentos, ligações, guiar rotas, entre muitas outras atividades.

Alguns desses assistentes já são bem famosos: a Siri da Apple, a Cortana da Microsoft e a Alexa, da Amazon. Eles também estão disponíveis em alguns carros da Nissan e funcionam como um computador de bordo auxiliando em diversas tarefas enquanto o motorista dirige. Especialistas apontam que até 2020, 30% de todas as pesquisas na internet serão por feitas por voz.

3. Relacionamento com clientes

A inteligência artificial foi inserida no atendimento ao cliente, gradativamente, facilitando o trabalho dos atendentes e agilizando alguns processos. Hoje, ela é capaz de atender as pessoas sozinha e resolvem muitos problemas já no primeiro atendimento. Os chamados “chatbots” são assistentes virtuais criados para interagir com os clientes, sem a necessidade de intervenção humana.

Eles permitem mais autonomia e desembaraço por parte de das pessoas, que podem se sentir envergonhadas em falar com uma pessoa. Muitas vezes, negociar uma dívida com um robô é mais confortável que falar com um operador de telemarketing. Por isso, cada vez mais empresas estão usando chatbots em seus atendimentos e alguns bancos já automatizaram diversas funções.

4. Compras automatizadas

As vendas pela internet evoluíram de simples sites de compra para sistemas com sugestões e outras comodidades, como reoconher preferências dos consumidores e mostrar produtos similares. Esse sistema sofreu uma nova revolução com as compras por voz, que já são uma realidade em algumas lojas dos Estados Unidos.

Empresas como Walmart, se integraram ao aparelho Google Home, que gerencia diversas funções em casa, para realizar compras apenas por um comando de voz. Ele reconhece o histórico de compras do usuário e sequer é necessário especificar uma marca ou modelo. Basta dizer “Google, compre um iogurte” e ele mandará o pedido para o supermercado enviar o produto, tudo muito simples.

Como visto, a inteligência artificial está mudando a forma como fazemos certas operações e essa influência só cresce. Ela pode agilizar tarefas, liberando nossas mãos e usando a voz como comando. Certamente, em alguns poucos anos, essa tecnologia já será parte comum do nosso dia a dia e esperamos que eles não se revoltem contra nós, ou seja, nosso maior medo em relação a ela.

E você? O que acha do caminho que vem tomando a inteligência artificial? Compartilhe conosco a sua opinião!